De pintar-se e despintar-se vive o humano
Cobrir e destacar
ingenuidades, felicidades . . .
Sangrar em vermelho as durezas
Colorir de
terra amáveis lembranças
Vibra o peito em natureza
Sufocam as mãos de
abandono
Velam-se cicatrizes ardidas
Apressam-se a fechar cortes esvaziados
De tempo e tinta vive o humano
Empoeirar-se e espanar-se
cor
Riscar Delinear Sobrepor Com-por
Regar em paciência a flor
Cartografar as passagens
Guardar e vasculhar estas paisagens
Desdobrar corpo
em movimento: