eita! não é que o
coração ainda bate
pulsa...
covarde impulso, arde...
tarde demais me
expulsa do sonho
da noite quieta, da cama...
me ama na rua
na chuva, na felicidade
da roseira amanhã (ou
depois) à tarde, bate
pra ver, coração
com calma, as primeiras
rosas do verão.
***