12/01/2012

"Nas encruzilhadas como passagem, na coragem da travessia à teia, na 
tensão de lugar e espaço, o véu traz o limiar, um horizonte que se abre no 
habitar do homem, na escuta do que se é, terra.  A travessia na experienciação
poética do tempo mostra o vigorar mítico; é o manifestar-se do real, a saber, 
mundo, e não apenas uma transitoriedade. A obra enquanto travessia do ser 
tece na trama a questão, por criar no próprio o caminho da linguagem, o 
questionar-se. " (CALFA, 2010)