é mesmo a minha cara resolver fazer um blog logo agora, nesse canto oco da passagem.
já perdi as contas dos versos de cama mastigados pela madrugada, das cartas, das dúzias de palavras que eu não conto a ninguém por algum esdrúxulo pudor. então vou cuspir, por aqui, umas coisas novas mesmo para mim. os que lerem, tenham paciência, eu nunca sem bem ao certo do que eu tô falando.
de qualquer forma: é só poesia. sem nenhuma proposta avassaladora.
poesia por gosto
por má vontade de existir sem ela
pelo apelo
(e essa coisa de brotar palavra é encantadora, sempre)
poesia por hábito
feito o passo
feito o banho
feito o meu olhar sempre pra cima...
poesia por estado de espírito
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